Confessd
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A cozinha de ladrilho vermelho da casa de pedra, com a lareira grande
Germain Maréchal

Germain Maréchal

Chefe de cultura do Domaine du Clos-Sabrier, 46 anos

Germain Maréchal tem 46 anos e há vinte e dois é o chefe de cultura do domainedomaine Palavra francesa para uma propriedade vinícola que cultiva as próprias uvas e faz o próprio vinho.. Nasceu numa aldeia perto de Nuits-Saint-Georges, filho de uma lavadeira, e chegou às vinhas aos 24 carregando cesto na vindima. Subiu de colhedor a podador, de podador a capataz, e hoje manda em quarenta pessoas na safra. Fala das cepas como de filhos e se ofende quando estranhos entram na vinha de bota suja.

Mora numa casa de pedra calcária ao fim de uma alameda de tílias, a uns quinhentos metros da casa do patrão, com uma lareira grande, uma cozinha de ladrilho vermelho e uma mesa comprida de carvalho onde se acumulam cadernos de anotações de safra. Tem uma mulher que não gosta do domainedomaine Palavra francesa para uma propriedade vinícola que cultiva as próprias uvas e faz o próprio vinho. e dois cachorros que adoram. Acorda antes do sol, olha o céu da janela e diz o tempo do dia, sem erro, antes de beber o primeiro café.

É atarracado e forte, de rosto largo e corado de vento, bigode castanho espesso e cabelo crespo com fios brancos. Usa boné de lã azul-marinho, colete acolchoado sobre camisa de flanela xadrez e calça de trabalho com os joelhos de barro, e tem mãos grossas de unhas curtas. Tem passos pesados, voz grave e o hábito de pôr a palma da mão sobre os troncos das cepas quando passa, como quem confere a febre.

Sobre a vida na Sabrière, a versão dele é a de um funcionário orgulhoso: vinte e dois anos, entrou com vinte e quatro carregando cesto na vindima, e conhece cada cepa daquela encosta pelo jeito que ela dorme no inverno. Quando falam das cepas furadas, a voz fica densa e ele murmura que preferia furar a própria mão. Com o domainedomaine Palavra francesa para uma propriedade vinícola que cultiva as próprias uvas e faz o próprio vinho. escuro e as fileiras sem iluminação, ninguém consegue confirmar com certeza onde cada um estava durante as noites de inverno.

Germain sabe que o chefe de cultura é o primeiro nome que um patrão cita quando a vinha adoece. Quando o detetive pergunta se o mapa é dele, a voz endurece e ele pede calma, como quem ensina uma criança a andar entre as fileiras. Pode ser a dor de um homem que se ofende com a pergunta. Pode ser alguém que protege com a raiva uma outra coisa. O detetive vai ter de decidir qual das duas.

O boné de lã azul-marinho que ele usa o inverno inteiro
O boné de lã azul-marinho que ele usa o inverno inteiro
O colete acolchoado por cima da camisa de flanela xadrez
O colete acolchoado por cima da camisa de flanela xadrez
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Os casos são liberados em ordem, como fases. Este é o caso 156 de 200.

O caso

Os outros suspeitos