Confessd
Voltar
O quarto alugado em Incline Village, com a cadeira de balanço e a janela para os pinheiros
Rosemary Tuttle

Rosemary Tuttle

Recepcionista e telefonista do turno da noite do Pinecrest Lodge, 34 anos

Rosemary Tuttle tem 34 anos e faz o turno da noite como recepcionista e telefonista do Pinecrest Lodgelodge Hotel ou pousada de montanha em estilo rústico, em geral de madeira, típico dos Estados Unidos e do Canadá.. Nasceu em Fresno, filha de um colhedor de uvas e de uma faxineira, aprendeu a datilografar na escola e a atender telefone no primeiro emprego e ficou viúva cedo. Trabalha das 15h às 23h, seis dias por semana, por quarenta dólares, e se descreve como a moça que ninguém vê.

Mora num quarto alugado em Incline Village, a poucos minutos do lago, com uma cama estreita, uma chaleira elétrica, uma cadeira de balanço herdada de uma tia e uma janela para os pinheiros. Chega ao lodgelodge Hotel ou pousada de montanha em estilo rústico, em geral de madeira, típico dos Estados Unidos e do Canadá. a pé quando a neve deixa, pega carona quando não deixa. Em casa, lê revista de moda emprestada e se permite duas colheres de açúcar no chá. Ela gosta de ficar sozinha.

É magra, de rosto fino e cansado, sardento, com o cabelo ruivo armado em coque bufante e preso com laquê. Usa batom vermelho discreto e um uniforme azul-marinho de recepcionista com gola branca e crachá dourado, e tem sempre um lápis atrás da orelha. Fala baixo, como quem está sempre ao telefone, ouve tudo e finge não ouvir nada, e escolhe cada palavra como se houvesse fila atrás de si.

Sobre a noite, a versão dela é de rotina: recepção e mesa telefônica, chave, recado e reclamação de aquecimento, tudo anotado em um caderno de capa verde. Sobre o empresário do cantor, comenta que ele passa as noites na mesa de dados e assina vale atrás de vale, e que homem assim acaba devendo a gente que não manda carta de cobrança. De dinheiro dos hóspedes, não sabe nada.

Rosemary sabe que a telefonista que cuida da mesa e da linha do lodgelodge Hotel ou pousada de montanha em estilo rústico, em geral de madeira, típico dos Estados Unidos e do Canadá. é a primeira de quem alguém duvida quando uma ligação some ou chega tarde. Quando o detetive diz que ela ajudou a levar o rapaz, ela lembra que ganha quarenta dólares para passar ligações e que, se soubesse vender alguém, não estaria atrás daquele balcão. Pode ser a revolta de uma funcionária subestimada. Pode ser alguém que protege um hábito pequeno atrás da voz baixa. O detetive vai ter de decidir qual das duas.

O uniforme azul-marinho de recepcionista com a gola branca
O uniforme azul-marinho de recepcionista com a gola branca
O batom vermelho discreto que ela passa antes do turno
O batom vermelho discreto que ela passa antes do turno
Jogar

Os casos são liberados em ordem, como fases. Este é o caso 167 de 200.

O caso

Os outros suspeitos