Papel de Seda

Os casos são liberados em ordem, como fases. Este é o caso 164 de 200.
Paris, quarta-feira, 26 de setembro de 1894, 23h. No gabinete da contraespionagem do Ministério da Guerra, seis pedaços de papel de seda quadriculado, colados sobre um mata-borrãomata-borrão Folha ou almofada de papel poroso, usada para secar a tinta fresca de uma escrita. verde, formam uma nota sem assinatura.
Ela veio do cesto de lixo do adido militar da embaixada alemã, trazida às 21h pela faxineira que trabalha lá e serve à seção em segredo. A nota oferece ao estrangeiro quatro documentos secretos do exército francês.
O tenente-coronel Malvy, chefe da seção, já escolheu um nome e quer uma prisão antes do amanhecer. Mas um nome não é uma prova.
Três pessoas cabem nessa história. Uma delas escreveu cada linha desse papel.
Gabinete da contraespionagem em Paris, 1894, com uma nota rasgada e colada sobre o mata-borrãomata-borrão Folha ou almofada de papel poroso, usada para secar a tinta fresca de uma escrita..
Suspeitos
Étienne LobsteinCapitão de artilharia, estagiário do Estado-Maior, 35 anos
Philomène RattierFaxineira da embaixada alemã e informante da seção, 52 anos
Aymeric de SarlacMajor de infantaria e antigo tradutor da seção, 46 anos
O caso real
O caso Dreyfus e o bordereau
Paris, 1894
Leia o caso real