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Inspirado em caso real

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Os casos são liberados em ordem, como fases. Este é o caso 146 de 200.

Paris, sábado, 23 de maio de 1925, 18h. Na suíte 412 do Grand Hôtel Mirabeau, a dois passos da Concorde, um contrato com selo dourado do Ministério dos Correios e Telégrafos descansa sobre a mesa: a venda da grande torre de ferro como sucata, 7 mil toneladas de ferro.

O comprador, Léonce Truchet, sucateiro recém-chegado de Lille, pagou ali às 11h 250 mil francos em notas de mil ao subdiretor Aristide Bellegarde. Às 15h, no ministério, ninguém tinha ouvido falar desse homem.

O subdiretor sumiu. A polícia fechou o hotel e reteve as três pessoas que trabalharam em volta dele nas últimas duas semanas.

Uma delas sabe exatamente onde o subdiretor Bellegarde está agora.

Suíte de hotel de luxo em Paris, 1925: sobre a mesa de mogno, um contrato de selo dourado.

Suspeitos

O caso real

O homem que vendeu a Torre Eiffel

Paris, França, 1925

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