Jarra de Cabeceira

Os casos são liberados em ordem, como fases. Este é o caso 131 de 200.
Um casarão de Balham, Londres, quarta-feira, 1876. Na terça à noite, às 21h45, o advogado Ambrose Tilney, 30 anos, abriu a porta do quarto gritando por água quente e caiu no tapete do corredor.
Os médicos passaram a noite com ele. Ambrose jurou até o fim que não tinha tomado nada além de láudanoláudano Tintura de ópio em álcool, vendida como calmante no século XIX e muito viciante. para a dor de dente. Morreu ao amanhecer, e os médicos falam em antimônioantimônio Elemento semimetálico cujos compostos são tóxicos e provocam vômitos violentos; usado em remédios antigos..
Ele estava casado havia quatro meses com Beatrice, uma viúva rica, e já falava em cortar as despesas da casa.
Três pessoas estiveram perto daquele quarto na terça. Uma delas sabe o que havia no copo dele.
Quarto vitoriano à luz de lampião: cama desfeita, vidrinho de láudanoláudano Tintura de ópio em álcool, vendida como calmante no século XIX e muito viciante. e jarra virada para baixo.
Suspeitos
Beatrice TilneyEsposa de Ambrose, 31 anos
Ezra HolbeckMédico hidroterapeuta, 66 anos
Harriet VosperDama de companhia de Beatrice, 49 anos
O caso real
A morte de Charles Bravo e o antimônio
Balham, Londres, 1876
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