Caixão de Carvalho

Os casos são liberados em ordem, como fases. Este é o caso 171 de 200.
Acima de Vevey, terça-feira, 14 de março de 1978, 22h. No salão de uma villa à beira do lago Léman, um telefone preto está ligado ao gravador da polícia, e ninguém tira os olhos dele.
Na noite de quarta, 1º de março, o caixão de carvalho do maestro Severin Haldenstein, enterrado em 4 de fevereiro no cemitério do vilarejo, foi arrancado do jazigojazigo Sepultura de alvenaria, geralmente de família, onde se enterram os mortos.. Desde o dia 3, um homem que se diz "Monsieur Lenoir" liga na linha privada da viúva, Ilona Haldenstein, pedindo 500 mil francos. Ela se recusa a pagar.
Hoje, às 20h12, ele ligou de novo, de uma cabine da estação de Vevey, e prometeu mandar uma fotografia do caixão como prova. A polícia chegou à cabine tarde demais.
Três pessoas conheciam bem o jazigojazigo Sepultura de alvenaria, geralmente de família, onde se enterram os mortos. e a casa. Uma delas sabe onde o maestro dorme esta noite.
Salão de uma villa à beira do lago Léman, em 1978, com um piano fechado e o retrato de um maestro.
Suspeitos
Tullio LanfranchiMotorista e mecânico da villa Haldenstein, 34 anos
Fernand GilliéronCoveiro do vilarejo, 61 anos
Mathilde RossierSecretária do maestro Haldenstein, 38 anos
O caso real
O roubo do caixão de Charlie Chaplin
Corsier-sur-Vevey, Suíça, 1978
Leia o caso real