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Inspirado em caso real

Fita Branca

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Os casos são liberados em ordem, como fases. Este é o caso 162 de 200.

Washington, segunda-feira, 19 de fevereiro de 2001, 22h. Na sede de um bureaubureau Palavra francesa para escritório; designa um órgão ou repartição de investigação ou de serviço de governo, como um bureau federal. federal de contrainteligênciacontrainteligência Trabalho de descobrir e deter espiões estrangeiros que tentam roubar segredos de um país ou de seus órgãos., um saco plástico preto, ainda sujo de terra, descansa num envelope de evidência.

Há quinze anos alguém que assina "Marfim" vende segredos aos russos, e ninguém sabe quem é. No domingo, às 20h30, a equipe que vigia o principal suspeito achou esse saco preso com fita debaixo da ponte de madeira de um parque de Vienna, no subúrbio.

Dentro, cópias da lista dos agentes duplosagente duplo Espião que finge servir a um lado, mas na verdade trabalha para o lado inimigo, passando informações ao outro serviço. do bureaubureau Palavra francesa para escritório; designa um órgão ou repartição de investigação ou de serviço de governo, como um bureau federal. na embaixada russa e uma carta assinada "Marfim". Na placa da entrada da trilha, uma tira de fita branca. Se a lista chegar a Moscou, os nomes dela morrem.

Três pessoas tinham caminho até essa lista e até aquela ponte. Uma delas é Marfim.

Sala de interrogatório de um bureaubureau Palavra francesa para escritório; designa um órgão ou repartição de investigação ou de serviço de governo, como um bureau federal. federal, Washington, 2001, com espelho falso e saco preto.

Suspeitos

O caso real

Robert Hanssen, o agente do FBI que espionou para Moscou

Washington e Vienna (Virgínia), Estados Unidos, 1979 a 2001

Leia o caso real