O furto dos quadros do MASP
São Paulo, 2007
Este caso é uma obra de ficção. Os personagens, nomes, lugares e acontecimentos do jogo não retratam pessoas reais. O relato abaixo é um resumo factual, com fontes públicas, do caso que serviu de inspiração.
Na madrugada de 20 de dezembro de 2007, três homens invadiram o Museu de Arte de São Paulo, na Avenida Paulista. Segundo as imagens do circuito interno, eles ergueram a porta da entrada com um macaco hidráulico e quebraram uma porta de vidro com um pé de cabra. Entre 5h09 e 5h12, durante a troca de turno dos vigias, levaram o "Retrato de Suzanne Bloch", de Pablo Picasso, e "O Lavrador de Café", de Candido Portinari.
O caso expôs a fragilidade do museu: as salas não tinham alarme, a vigilância era feita por guardas desarmados e o acervo não tinha seguro, porque o prêmio era caro demais para a instituição. As duas telas foram avaliadas em dezenas de milhões de dólares. A polícia investigou também duas tentativas frustradas de invasão no mesmo ano e, em 8 de janeiro de 2008, recuperou os quadros numa casa em Ferraz de Vasconcelos, na Grande São Paulo, depois de prender dois suspeitos com longa ficha de roubos. A devolução ao museu foi marcada para o dia seguinte.
Fontes
No jogo

Três Minutos
Um museu de arte numa grande avenida do centro de São Paulo, sábado de dezembro, 10h. Na quinta, às 5h09, alguém ergueu a porta de aço da entrada com um macaco hidráulico e quebrou a porta de vidro com um pé de cabra.
O jogo toma emprestados a porta erguida com um macaco na troca de turno, os três minutos do furto, o museu sem alarme e sem seguro e as telas escondidas numa casa da Grande São Paulo. Personagens, quadros, detalhes da investigação e desfecho são ficção.