A morte de Rodney Marks na estação do Polo Sul
Antártida, maio de 2000
Este caso é uma obra de ficção. Os personagens, nomes, lugares e acontecimentos do jogo não retratam pessoas reais. O relato abaixo é um resumo factual, com fontes públicas, do caso que serviu de inspiração.
Rodney Marks, astrofísico australiano de 32 anos, morreu em 12 de maio de 2000 na estação Amundsen-Scott, no Polo Sul, no meio do inverno antártico. Com a base isolada por meses, sem voos possíveis, o corpo só pôde ser retirado na primavera. A autópsia, na Nova Zelândia, encontrou envenenamento por metanol.
Ninguém conseguiu explicar como o metanol foi ingerido: acidente, suicídio e crime foram todas hipóteses consideradas. O inquérito na Nova Zelândia reclamou da pouca colaboração das instituições envolvidas, e o caso continua sem resposta. Em 2018, outra base antártica, a russa Bellingshausen, registrou um esfaqueamento entre colegas, resolvido sem morte.
Fontes
No jogo

Noite Polar
Estação de pesquisa Polarlys, Svalbard, janeiro, 06h10. O glaciologista Leif Nygaard foi encontrado morto dentro da câmara fria das amostras de gelo, a 25 graus negativos, com a porta trancada por fora.
O jogo toma emprestado a morte suspeita numa base polar fechada pelo inverno, sem polícia e com poucos colegas como suspeitos. Personagens, método e desfecho são ficção.